Razão porque se deve tratar um bebé por “bebé” quando não se tem a certeza do género

Ora bem, fim de semana passado pois que lá fomos para terras do interior (do que haverei de falar em breve) para dois dias muito, muito bons. Ficamos numa aldeia onde literalmente toda a gente se conhece (juro que não é exagero) e se trata pelo nome, com um casal amigo de lá.

Num dos dias, estávamos a tomar café e entrou um casal com um bebé, sem surpresa amigo dos nossos amigos. Trazia o bebé ao colo (coisa fofinha de cinco meses) e a sapiência do meu homem diz, de forma simpática e em elogio

- Que rapagão!

Que sucede?

Claro!
Era uma menina, está bom de ver.

Dei-lhe uma cotovelada o mais doscretamente que consegui, para lhe segredar que estava enganado quanto ao género e, de futuro, aconselho-o a chamar só bebé!

- Que bebé tão simpático
- Adorável
- Cutchi cutchi
- Luz dos olhos dos pais

Rapagão para uma menina, não está tão correcto (e quase que aposto um dedo mindinho em como a mãe ficou possuída pelo demo).

Para compor a fotografia ia, lá se saiu com um:

- Aí é Joana? Estávamos mesmo para pôr Joana às nossas.

O que é falso, curiosamente.

De futuro, bebé!

2 Coisas dos outros

  1. Também já me aconteceu o mesmo e fiquei com uma cara de pau... Não foi por mal mas achei mesmo que era menino e vai-se a ver... era menina!

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  2. Ahahaha já me aconteceu muito com o meu, especialmente quando tinha um cabelo mais wild e eu o vestia cor de rosa, ele nem dava conta mas eu fartava-me de rir...

    Beijinhos

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