Vida social agitada

A minha filha recebeu o primeiro convite oficial para uma festa de anos (não vou contar aqueles a que vai por termos sido nós, os pais, os convidados). Desta vez, o convite foi mesmo para ela – uma coisa querida, por acaso, ao género “Olá C., queria pedir aos teus pais que te levem a minha casa para a minha festa de anos.” Muito fofinho.

A festa é um destes próximos sábados e eu dei comigo a cancelar um evento que tinha na minha própria agenda, para que pudesse ir ao dela. Sim, eu transformei-me nessa mãe.

Claro que o meu não era nada de importante mas coincidia exactamente dia e hora e parece-me importante nesta fase que ela possa conviver com amigos da escola fora da escola.


Não sei se será o início de uma vida social agitada (como ouço algumas mães comentarem que são a dos filhos) mas para já achei uma graça, a minha filha tão crescida a ir às festinhas dos amigos. O tempo voa!


Sítios especiais: Porto D'Aromas

A loja não passa despercebida, com uma monta super querida e, com grande probabilidade, a gata Mia a apanhar sol atrás do vidro.

A Porto D’Aromas, em plena Baixa, se não é a loja mais querida do Porto anda lá perto.

Um espaço querido, querido, onde apetece comprar tudo e onde de nunca saí sem alguma coisa. Há peças de decoração, velas, brinquedos, bolsinhas, acessórios e tantos detalhes maravilhosos, que apetece por lá ficar a namorar tudo. Além do cheirinho, que é óptimo e da dona, que é mesmo uma simpatia. Os miúdos adoram por causa do gato e os adultos perdem-se.

Este mês inauguraram já a versão Natal, que infelizmente ainda não consegui ir visitar, mas tenho a certeza que encontrarei lá uma boa parte das lembrancinhas que quero comprar este ano (sempre a preços muito simpáticos).


Como é habitual, não recebo absolutamente nada com estas sugestões (recorde-se aliás o anonimato deste espaço) mas há coisas que valem mesmo ser partilhadas por isso vão, corram como o vento!

Sítios giros só porque sou amiga – Food edition: A Taberna do Doutor

Eis um sítio despretensioso, simples, em conta e simpático.



Fica em plena Baixa, com todas as vantagens que isso tem e é uma sugestão de um sítio para ir fazer uma boa refeição a um preço simpático. Não é fancy nem chic, embora tenha um espaço agradável, mas tem a vantagem de ter comida de casa, muito boa, que sabe sempre bem.


Foi a nossa escolha num desses sábados, em que tomamos um café demorado em Santa Catarina e em que fomos almoçar quando tivemos fome. Uma tarde boa de Outono. Fomos sem reserva e não esperamos, não obstante todos os turistas, por isso nada de menos positivo a apontar. Fica a sugestão.

Ainda as velas

Ando numa fase, que acho que acontece quase todos os Outonos / Invernos, de acender velas a meio da tarde. Temos pelo menos três na sala e nesta altura do ano adoro vê-las queimar e a espalhar magia pela casa.
Posto isto já anunciei que o meu pedido ao Pai Natal este ano é exactamente velas de cheirinho. Preferência é baunilha mas qualquer uma é bem vinda.  Obrigada!






Uma vela com história

Corria o belo ano de 2013, vivíamos nós em Lisboa, e um grande amigo juntou-se a nós na condição de habitante da capital. A dada altura desse ano, esse amigo (solteiro, a viver sozinho) fez 30 anos e fizemos-lhe uma festa em nossa casa. Para esse evento comprei duas velas, um 3 e um 0, daquelas com o formato do número, brancas e amarelas às pintas.

Cantamos os parabéns aos trinta anos do Z. em Agosto de 2013.

Cerca de um mês mais tarde, o meu homem fez também ele 30 anos e organizei na altura uma festa surpresa num dos nossos restaurantes preferidos de Lisboa, que fechamos só para nós. O bolo com que cantamos os parabéns levou em cima as mesmas velas que tinham servido os anos do Z. um mês antes.

Três anos depois mudamo-nos de Lisboa para o Porto, primeiro para uma casa, oito meses depois para outra. De ambas fizemos grandes mudanças (toda uma casa atrás). 

No ano seguinte eu fiz 30 anos e as velas que pusemos em cima do bolo eram as mesmas do Z. e do P. Amarelas e brancas às bolinhas, com as cores já gastas de história.

Nesse mesmo ano (que por acaso é o presente) a minha filha fez 3 anos e a vela que apagou no bolo que levamos para a escola era o 3 dos anos do pai, da mãe e do “tio”. Vela essa que guardamos, quem sabe se não para os três anos (ou meses!) da MI.  


Outra vez as papas de aveia

Houve uma altura da minha vida em que achei que aderir às papas de aveia era uma boa ideia, como opção mais saudável no modo de vida. Cheguei a pedir informações sobre workshops que se iam realizar (na altura ainda em Lisboa) e quando comentei isto com o meu homem, fui altamente gozada. Desisti dos workshops.

Como o universo é uma coisa maravilhosa e a justiça tarda mas não falha, foi o meu querido marido quem começou a dada altura a consumir papas como um menino crescido. Um dia lá experimentou e ficou fã – e eu sei por conhecimento que ele mal disse o dia em que se riu da minha intenção de workshop frustrada, que lhe teria valido umas receitas bem boas.

Ora, enquanto ele se foi mantendo consumidor fiel da iguaria, eu encostei as botas (pronto, se calhar ele conhece-me melhor que eu e sabia que a coisa não ia durar muito). Quando comia papas sentia-me mal disposta e enfartada e honestamente enjoei das combinações muito rapidamente. Por causa disso, acho que talvez há um ano que não me dedicava à causa.

Até há umas semanas atrás.
Num final de tarde mais frio de repente apeteceu-me imenso voltar às papas de aveia (que têm mesmo aquele clima de “confort food” sem serem altamente calóricas).
Experimentei uma receita básica, de aveia com leite, mel, cocô ralado (tudo cozinhado) e polvilhei com pedacinhos de granola, noz e canela. E alegria, alegria! A combinação resultou na perfeição e toda a tigela ter-me-ia sabido às mil maravilhas não fosse a minha filha ter aparecido para apreciar o prato, ir buscar uma colher para ela e rapar o tacho.

Depois desse dia tenho feito várias vezes como lanche (curiosamente sabe-me melhor ao final do dia do que de manhã e tolero bem a digestão) e acho que as papas de aveia vieram mesmo para ficar.

A receita que tenho para uma destas próximas tardes foi inspirada numa imagem que vi no Instagram, de uma taça linda e super apetitosa de papas de aveia com banana caramelizada e nozes, que juro que cheira a Natal. 

Basta cozinhar a aveia com leite e fazer à parte a banana caramelizada: banana às rodelas salteada com uma colher de açúcar amarelo (vou testar de cocô) e umas gotinhas de baunilha; depois juntar tudo, polvilhar com noz (ou outro fruto seco) e canela e ser feliz! Bom apetite! (E ainda é cedo para dizer “Feliz Natal”, certo?)

A minha alma está parva!

Lembram-se que tinha contado que o meu querido homem me fez um ultimato familiar: registar todas as despesas que faço, sem falhas?

Pois bem!
Como uma menina bonita comecei de facto a registar (ainda em Outubro) e pasmei em absoluto com o resultado deste registo. COMO É QUE SE GASTA TANTO DINHEIRO? Como??

Extrair relatórios da aplicação é mais ou menos a mesma coisa que receber chibatadas nas costas. Só vejo euros voadores para fora da minha carteira e eu juro que achava que tinha a coisa controlada.

O mais grave é pensar que não compro nada de especial mas que mesmo assim o dinheiro se vai. Dez aqui, quinze ali.. e de repente gastamos centenas de euros sem saber ler nem escrever.

Outra conclusão a que cheguei é que há sempre alguma despesa "anormal", isto é, que não se repete todos os meses mas que causa grande mossa. Um aniversário por exemplo. O problema está em que há sempre destas a aparecer - e nem quero pensar em Novembro e Dezembro, com todos os gastos de Natal. Notar que este ano às prendas acresce (a muito provável) realização do Natal cá em casa (ainda não decidido totalmente, dado o estado de gravidez profundo em que me encontrarei a 24 de Dezembro - 38 semanas) o que triplicará despesas. A este respeito devo dizer no entanto que o dinheiro gasto no Natal não me pesa na consciência porque adoro oferecer. Mas que será um rombo, será sim.

O que me pesa na verdade são as dez idas ao supermercado, as despesas em geral, uma ou outra peça de roupa e tudo o mais que me fez apanhar um grande susto deste que comecei este registo. Sem dúvida nenhuma que é um ponto a trabalhar MUITO no próximo ano com vista à poupança!

Anjinhos de Natal

Só para recordar que já está no ar mais uma vez a campanha ANJINHOS DE NATAL

Falo disto todos os anos e sinceramente não me canso de repetir, mas acho uma iniciativa mesmo bonita e mágica para esta altura tão especial do ano. Se puderem, adoptem um anjinho e façam alguma diferença na vida de uma criança e dos pais. Obrigada

O meu conto infantil

Sonhei que havia um sítio exclusivamente dedicado a publicar contos infantis de quem os quisesse publicar. Sonhei que o conto infantil que escrevi era publicado. Que o enviava para esse sítio mágico e ele virava um livro de verdade, com ilustrações queridas, com vida, com alma. Sonhei de forma tão real que acordei convencida de que não tinha sido um sonho e existia mesmo mas que, infelizmente, eu me tinha esquecido de como se chamava e não podia lá voltar.

Escrevi um conto infantil este ano e ficou no meu computador guardado. Um dia com uma amiga, prometi-lhe que contactaria uma editora para que fosse publicado e cheguei a fazê-lo. Não enviei o conto mas perguntei se recebiam histórias de autores desconhecidos (como algumas editoras fazem). Era uma editora de que gosto particularmente porque publica livros que lemos muito cá por casa mas nunca me chegou a responder. Não contactei mais nenhuma. 

O P. diz-me que publicar um livro é um jogo de números e que temos de tentar dez, vinte, cinquenta vezes, ouvir muitos nãos até alguém acreditar em nós. Mas eu sonhei, eu tinha esse sonho, de que o meu conto ia ser especial. Ainda não foi. 


Um espaço perfeito!

Descobri recentemente, embora já tivesse ouvido falar bastantes vezes, um espaço maravilhoso para crianças. Fica no Porto e chama-se Salta Folhinhas

A descrição informa que é uma livraria infantil mas eu acrescento que é um oficina e um lugar feliz. Vende livros, claro. Mas é um espaço confortável e adorável, com várias actividades para miúdos, incluindo oficinas de música, dança, artes plásticas. Há lugares mágicos e este é um deles.

Ao primeiro domingo do mês (para além de outras iniciativas periódicas) organizam o "Tocar tocando", uma oficina de música para crianças que fomos conhecer e de que ficamos fãs mas a qualquer dias que por lá passem, encontrarão de certeza bons motivos para ficar só mais um bocadinho. Por exemplo, para dedicar um tempinho à escolha de presentes de Natal!

Escrever hoje para não esquecer! (Fingers crossed!)

Como tinha escrito o mês passado, o processo de adaptação à escola não correspondia ao que achávamos que deveria acontecer (não por ser o “normal” mas por ser aquilo que desejávamos). Estava a causar-nos, aos três, ansiedade e algum sofrimento, mais irritabilidade, mais cansaço. Havia menos tranquilidade e paz.

Percebemos que forçar a situação não estava a trazer frutos e como tal decidimos mudar de estratégia. Se numa primeira fase achamos que, volvido um determinado tempo acabaríamos por desistir da escola, percebemos que poderia ainda haver um caminho a fazer antes de chegar a esse ponto e foi isso que tentamos.

Começou por perceber que o problema não era a escola em si, no geral, mas algum factor em particular. Em conversa com um profissional, foi-nos sugerido que o factor desestabilizador fosse a hora de almoço mas, porque ninguém conhece os filhos tão bem como os pais, percebemos que na verdade esse elemento estava relacionado com a sesta.

Desde o dia em que a C. nasceu e até ter interiorizado perfeitamente a diferença entre o dia e a noite, dormia as sestas na sala, com luz, e as noites no quarto às escuras. Mais tarde, por volta dos sete meses, distinguindo perfeitamente as sestas dos sonos, passou a dormir no quarto quer à tarde, quer à noite, em ambos os casos em silêncio e sem luz. Vamos dizer que leva quase três anos de sono sossegado, sem barulho, sem luz, sem interrupções.

Isto fez com que ela dormisse sempre bem, mas faz também com que não durma em qualquer lado ou de qualquer forma. Tem os requisitos e necessidades dela, que nós respeitamos e por isso não é fácil vê-la a dormir na praia, na beira da piscina ou em plena rua, como se vê a algumas crianças. A nós isto não nos traz qualquer limitação logística, na verdade nunca foi um problema.

Percebemos no entanto que estava a ser um problema para ela na escola fazer a sesta como eles fazem. Uma sala cheia de meninos, em que uns choram, outros falam, há barulhos, eventualmente alguma luz. Conseguimos perceber que a hora da sesta estava a comprometer também a hora do almoço, porque associava uma coisa à outra e sabia que, imediatamente apos comer, seguiam para a sala de dormir. Por este motivo, mal almoçava. Sabíamos também que, terminada a sesta, as tardes corriam muito melhor do que o resto do dia. Várias vezes a professora nos disse que ela “parecia outra” de tarde.

Chegamos por isso ao ponto em que identificamos como elemento problemático no processo escola a hora da sesta e que por isso uma alteração a esse nível se impôs.

Começou no dia em que regressou à escola após duas semanas em casa com gastroenterite. Como sempre faz, perguntou quando acordou de manhã se ia à escola. Dissemos que sim. Em lágrimas perguntou se ia dormir na escola e formalizamos naquele momento a nossa decisão: não, se não quiseres não dormes na escola. Esta resposta teve o efeito de a fazer parar de chorar imediatamente, como que por magia.

Desde esse dia nunca mais chorou por saber que ia à escola, nunca mais chorou ao ficar na escola, nunca mais fugiu ou se recusou a ir.

Na verdade, pergunta se vai e se dorme e se sabe que não dorme mostra até vontade em ir, desde já ter entrado na escola a correr, como a fazer corridas a ver quem chega primeiro para tocar na campainha, como até ter cantado “eu vou para a minha escolinha” numa dessas manhãs.

Talvez ainda seja cedo para conclusões (é certamente, passou apenas uma semana) mas a verdade é que notamos todos os dias a diferença entre o antes e o agora e estamos todos muito mais descansados. Pessoalmente sinto que já posso respirar.


Naturalmente que esta solução só é possível porque temos flexibilidade de horários, porque o pai pode assegurar uma hora da sesta e eu outra, porque a escola fica a 1 minuto de casa e 10 do trabalho e sobretudo porque, a manter-se mais tempo, eu estarei de licença até ao final do ano lectivo o que facilita. Em todo o caso, não temos prazos nem metas e só queremos que ela esteja bem por isso será sempre um dia de cada vez. Para já, estamos bem.

Sítios giros só porque sou amiga: food edition: Il Fornaio 178

Querem um restaurante italiano bom e fofinho?
Encontrei um!


Fica ali perto do estádio do Bessa, tem um ambiente super simpático e a comida é maravilhosa!

Para começar, trazem de entrada uma base de pizza cortada aos pedacinhos para molhar em azeite. Depois, as pizzas são óptimas! Experimentem a calzone de legumes salteados e depois venham falar comigo.
A sangria, que só provei, ficou na minha lista de espera para quando não estiver grávida nem a amamentar. Perfeita!

O preço das pizzas ronda os catorze euros e preço final por pessoa, com entrada, bebida e sobremesa, não chega a vinte. Não sendo propriamente barato, é uma excelente aposta. 

Bom apetite!


Ainda a questão do infectário

A propósito da reflexão sobre os miúdos estarem sempre doentes quando andam na escola, dei comigo incrédula,

Como é que achamos "normal" que os nossos filhos estejam sempre doentes?

Toda a gente que tem filhos (ou primos, sobrinhos, amigos, netos) na escola já disse (ou irá dizer) a dada altura "ah o meu também estava sempre doente, isso é normal."

Parece que o mundo aceita com passividade a circunstância de as crianças estarem doentes, como se fosse normal estar uma semana na escola para adoecer e uma em casa para melhorar e na semana seguinte vira o disco e toca outra vez.

Normal?
Normal é que uma criança seja feliz e saudável. Que não esteja doente, salvo excepções. Que ande bem disposta e alegre na vidinha dela, que é o que é suposto quando se é pequeno. Que não tenha preocupações nem chatices e que não se incomode. Normal não é estar doente. 

Estar doente pode ser frequente, acontecer muitas vezes, ser vulgar. Agora normal?
Anormais estamos todos por lidar com isto com tanta frieza e descontração (mas não aquela boa). De repente, os nossos filhos estão sempre doentes e nós estamos todos bem com isso porque faz parte. 

Recuso-me a aceitar isto, recuso. Bem sei que não tenho experiência em filhos em escolas mas dane-se a experiência! Não acredito que seja socialmente aceitável uma coisa que a mim me parece quase imoral. Eles vão à escola ficar doentes e voltam para casa para se porem bons e quando ficam bons vão de novo para a escola para adoecerem novamente. E andamos nisto.

Pergunta: mas afinal para que serve a escola? 

Marcas pelas quais estou apaixonada

Não vou falar de nenhum bem essencial ou de primeira necessidade. Nem se quer de marcas de roupa fofinha pelas quais nos podemos perder de amor. Vou a um nível ainda mais baixo na escala das nossas prioridades básicas mas são coisas – todas elas – pelas quais me apaixonei perdidamente! Não ajuda ter um bebé a caminho, confesso!


A primeira marca é um habitual cá em casa. Temos comprado algumas coisinhas, nomeadamente para oferecer. Mas faz também parte da decoração do quarto da C. e certamente a terei em conta quando estiver a rever os apontamentos para as duas (vão partilhar quarto, se tudo correr bem). Além disso, tem óptimas ideias para o Natal (os duendes de pendurar na árvores com os nomes, este ano não escapam!), algumas até boas sugestões para as educadoras.

Ora espreitem a Dream Pillows percam-se!






A segunda marca que faz as minhas delícias é mais virada para bebés pequeninos mas adoro todos os detalhes. Tenho namorado os ninhos, as fraldas, as bolsinhas e é tudo um amor. Tons claros e confortáveis, materiais de óptima qualidade e bebés certamente mais felizes.

Derretam com a Gloop!






Por último, mas não menos especial, uma marca que me delicia com as almofadinhas de vários temas, em especial os anjinhos. Acho um presente perfeito para um recém-nascido e uma peça mesmo especial. Há também estrelas, coroas e outros bonecos e agora uns ratinhos porta chupetas que são perfeitos. 

Deixem-se encantar também pela Let it Sweet.






O lado negro da escola

Reconheço que pelo meu último post sobre a escola a conclusão lógica a tirar é de que não existe nenhum lado que não seja negro e, nessa medida, o título não é o mais apropriado.

Ainda assim, vou manter, na convicção de que a escola terá um lado maravilhoso um dia, mas que há sempre um outro menos maravilhoso (ou para usar uma expressão mais realista, um francamente mau).

Estou a falar, obviamente, da condição de “infectário” que afecta todos os infantários. A propagação de bichos e a velocidade com que os miúdos ficam contaminados com porcarias várias. Ainda não me habituei a isto, duvido que alguma vez habitue e estou aliás bastante surpreendida pela negativa com esta pendência.

Se não, vejamos:

Ao fim de quatro dias na escola, tinha uma filha constipada.
Ao fim de duas semanas, tinha uma filha com gastroenterite, que ficou uma semana em casa a vomitar dia sim, dia não.
Após o regresso, ao fim de uma semana estava constipada outra vez.
Quatro semanas depois, um dia com febre e nova gastroenterite com mais dias em casa.

E ainda só estamos em Novembro por isso eu temo a onde isto vai parar.

Aquando da segunda vaga de gastros na escola, foi enviada uma informação aos pais pedindo, reforçando na verdade, que não deixem os meninos na escola quando estão com febres, diarreias ou afins por que isso determina contágios vários aos demais. 

Olha que caraças!
Assim naturalmente que não vamos a lado nenhum.

Eu estou solidária com os pais que não têm alternativas e, vendo a coisa pelo lado do bem, nem imagino o que deve custar deixar deliberadamente um filho doente na escola.

Mas, por outro lado, e a saúde dos outros?
Não há alguém que tome conta?
Não se falta ao trabalho?
Recordo que a segurança social paga as faltas para assistência a filho e que os pais com filhos pequenos têm direitos.

Posto isto, vamos todos ter mais um bocadinho de cuidado, pode ser?
A saúde agradece.