I'm driving home for Christmas

Ou mais apropriadamente, flying home for Christmas.
 
Lia ontem no Público, mas cartas à Directora, a opinião de um leitor que se manifestava contra a "ameaça" de greve da TAP nesta altura do ano. Dizia ele que certamente os funcionários da transportadora aérea nunca trabalharam fora de Portugal e não podiam fazer ideia do que é, para quem está lá fora, programar uma vinda a casa nesta época. Para além de ser tudo feito com uma grande antecedência, calculando bem datas e custos, há toda a expectativa, a saudade, o regresso.
 
Ora eu, que não estando emigrada, tenho três emigrados na minha vida, entre eles o meu marido e o meu irmão, não posso se quer imaginar este risco de os aviões dos três países ficarem retidos na origem por motivos de greve. Como dizia aquele leitor, é triste para quem vem e para quem já cá está. As viagens a casa no Natal estão pensadas desde o Verão e a poucos dias de acontecerem, deixar de vir é mais do que morrer na praia. É matar o espírito do Natal de vez.
 
Por isso, querida TAP; em nome da época festiva, do amor e fraternidade, da bondade e da generosidade e de todas as coisas boas desta altura do ano, não mates o Natal.
 
 

1 Coisas dos outros

  1. Imagino o teu coraçãozinho só de pensar nesta hipótese. Mas de facto, eu até concordo com a opinião manifestada pelo leitor do Publico. São datas extremamente marcantes e fazer greve nestas alturas é coisa para causar algum nervosismo para quem vem e para quem está à espera.

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