Estou ali na loucura entre...

Estou entre começar (mais) um curso de escrita, inscrever-me no ginásio e voltar a fazer manicure! Say whaaat? 

Poir é!; True story!

O curso é um clássico eu! Adoro tudo o que seja formação de escrita, aprendo sempre imenso e desprende-se das páginas em branco. Este é online e começa em Maio. Vamos ver!

Ponto dois: o meu homem (mas outro dia ouvi alguém a dizer "o meu senhor" e adorei!! Talvez adopte); dizia eu, o meu homem anda a tentar convencer-se a inscrever-me no ginásio com ele, uma coisa em bom, em que treinamos com pt só os dois. Vantagem: como o ginásio só recebe duas pessoas de cada vez, se eu for, ele não está a treinar com uma gata qualquer ao lado; por outro lado, não adoro ginásio, toda a gente sabe, e preferia comprometer-me a andar a pé quatro vezes por semana, 4km de cada vez. Decisions, decisions..!

Último ponto da ordem de trabalhos: há séculos que unhas minhas não põem os olhos num bom de um verniz gel e temos de acabar com isso. É uma medida de auto cuidado e saúde mental por isso extremamente necessária! A implementar na próxima semana, se até lá não mudar de ideias.

Em resumo, ensandecemos de vez mas só coisas boas!

Já noutro plano de vida...

 ... Vamos começar obras! OBRAS! Socorro! Obras tão grandes que vão demorar DOIS MESES. Desde esburacar paredes até abrir janelas. Toooooda uma coisa! Confesso que só penso no pó e caos e não consigo ver para além dessa nuvem de sujidade e blergice em casa. Mas possivelmente o resultado final (que eu não imagino nesta data!) vai compensar toda a loucura! Fingers crossed!




Uma carta de semi despedimento

Estou há cinco anos a trabalhar em algo que não me alegra particularmente os dias, que tem bastante importância, alguma visibilidade e que é uma área relevante mas que não me faz feliz. Já tenho referido por aqui que o problema e terem-nos dito que podíamos ter sonhos e realizá-los e que devíamos ser felizes no trabalho. Quando o trabalho era só isso, trabalho, era tudo mais fácil. Agora podemos ambicionar maiores voos e isso dá cabo da coisa.

(Ou não!)

Estou aqui há cinco anos, primeiro porque sou uma árvore, depois porque não adoro mudanças e por último porque há muitas coisas boas no meu trabalho (salvo o trabalho em si mesmo). Com isto fui adiando uma decisão mas encontrei agora uma alternativa.

Apresentei uma carta de semi-despedimento - sendo que isto é uma força de expressão: não só não foi carta, como não me despedi. Foi um comunicado oral de que até ao final do ano vou mudar de área. e soube-me tão bem como uma carta de rescisão escrita por mim!

Quer isto dizer que não sei para onde vou, quando vou ou como vou. Mas sei o mais importante: irei! Estou em fase de procura de área, mas há muitas, somos imensos! e certamente uma será a minha cara.

No dia seguinte disseram-me que há muito tempo que não me viam com tanta luz e acho que só pode ser bom sinal. Agora, esperar. Mas até ao final do ano é um piscar de olhos! Let's GO!

A agenda perfeita

Tenho andado a namorar os cadernos inteligentes, que além de LINDOS, têm essa característica especial de podermos fazer dele o que quisermos! Já tenho no carrinho de compras o meu, que ainda não comprei porque há acessórios em falta, e com ele vou desenhar A AGENDA PERFEITA (ou talvez não porque não há folhas de agenda, mas deu-me o mote, you know what i mean!)

Uma agenda perfeita, by Cisca

- Tamanho A5

- Argolas largas

- Capa dura



- Calendário anual no início



- Calendário mensal: uma página / um mês / 30 linhas



- Calendário vista semanal: uma semana para duas páginas quando em modo "livro aberto"



- Separadores mensais com abas



- Página em branco no fim de cada mês

- páginas em branco no fim da agenda



- páginas de listas no fim da agenda



- bolso porta documentos



E é isto? Básico, fácil e maravilhoso!

(imagens meramente ilustrativas e que não expressam exactamente os meus maiores sonhos!)



A casa inundou e agora apanhamos sol mais vezes!

Eis algo que o meu marido diria! A sua capacidade de ver o lado positivo nas coisas mais negras é uma prenda de Natal todos os dias, juro! Por isso consigo perfeitamente imaginá-lo a dizer isto, como disse aliás algo muito semelhante - já lá vamos!

Aconteceu no início de Janeiro termos ido passar um fim-de-semana à casa da praia, mas depois disso passaram-se cinco ou seis semanas (sendo que choveu todo o mês de Fevereiro) em que não voltamos. Chovia, estava frio, confinamento, etc. Até que um belo sábado decidimos ir de uma casa a outra casa, sem contacto social pelo meio, só para ir abrir as janelas e arejar.

Assim que entramos no prédio sentimos um cheiro diferente do habitual, que se intensificou à medida que fomos chegando à nossa porta, sítio em que cheirava francamente muito mal. Abrimos a porta e quando entramos no nosso quarto, não chorei porque tenho 34 anos e vergonha na cara. Uma parte do tecto do nosso quarto tinha caído e chovia lá dentro - chovia de tal forma que tive de colocar sete baldes / bacias / recipientes, para apanharem todas as pingas. Chão molhado, as duas cómodas (novas!) destruídas e - sobretudo - a nossa casa linda que ainda cheirava a tinta e a novo, parcialmente destruída! Foi aquele choque misturado com tristeza. A nossa rica casa..!

Avançando algumas semanas para a frente, já lá voltamos duas ou três vezes para abrir tudo e apanhar sol - daí dizer que inundamos a casa mas, em compensação, fomos mais vezes lá do que teríamos ido se estivesse tudo seco. Aqui o P. diria "ainda bem que inundou" - ou algo aproximado! Porque foi precisamente aquilo que disse quando concluiu que um pedacinho de uma parede do quarto das miúdas que tinha descascado o ano passado também ia ser arranjado agora junto com as restantes obras. A sério? Ainda bem que ficamos com um quarto destruído para arranjar 5 centímetros do quarto ao lado? O meu marido é realmente essa pessoa (e ainda bem!!).

Isto posto, ainda no fim-de-semana passado lá demos um salto (cheira cada vez menos a chuva e tecto desfeito) e apanhamos tanto sol, foi tão bom! Que dia maravilhoso. Andamos em passeio higiénico de bicicleta lá perto de casa, enquanto que as paredes e tectos apanhavam ar e se preparavam para as obras que devem ser (fingers crossed!) na próxima semana. Esperança portanto de retomar a casa cheirosa a tinta, novinha em folha outra vez, a dar-nos um sorriso de "adoramos esta casa" sempre que lá entramos. É que afinal, já não falta tudo para a nossa mudança anual de dois / três meses para lá!

Arrumar brinquedos!

Em nossa casa os quartos são espaços de dormir que têm apenas, além das camas, livros. Uma estante biblioteca no caso do quarto das miúdas; livros na cómoda, mesinhas de cabeceira e por aí, no caso do nosso quarto. Mas não há brinquedos nem tralhas.

Os brinquedos e tralhas, em nossa casa, estão num "cantinho dos brinquedos" que tem algumas coisas, que mais usam; e estão sobretudo numa sala no andar de baixo, que junta sofá com tv para filmes e espaço de brincadeira. De resto, um projecto que fizemos algures em Dezembro de 2019, quando demos uma nova vida à sala (falei sobre isso aqui).

O que acontece de forma generalizada durante a semana mas muito acentuada ao fim-de-semana, é que a sala vira caos. Os brinquedos espalham-se por todo o lado e é uma loja ambulante de paraíso infantil! O que acontece a todo esse caos? Tentamos contar com a contribuição delas para arrumar, o que nem sempre acontece, mas é muito frequente o P. e eu andarmos a arrumar tudo depois de as deitarmos (até porque o critério de arrumação de duas crianças é ligeiramente diferente do nosso). Não posso garantir, mas com grande probabilidade já terei dado comigo a resmungar por ter de arrumar tanta coisa. 

Até que recentemente tive uma epifania. 

Tenho andando em luta com as miúdas porque ultimamente só querem saber da consola e tudo começa e acaba com o Mario e a Switch. Concordo que a consola é gira, os jogos estão altamente bem construídos, acho até que lhes aguçam ali a curiosidade, espírito de equipa, capacidade de resolver; contudo, tudo tem os seus limites e eu ando ali na linha vermelha no que à tolerância a consola diz respeito. Por isso percebi recentemente que o facto de arrumarmos muitos brinquedos ao final do dia, significa que elas brincaram com muitos brinquedos. No fim-de-semana passado a única coisa que arrumamos foram meia dúzia de legos na caixa. E os jogos? E a plasticina? Barbies? Bonecos pequenos? E o caos? Onde está o caos? Prova de que há sempre margem para reclamar! A culpa disto, no fundo, é do confinamento. Pais a trabalhar em casa, com crianças em casa, 24 horas por dia, só os quatro, resulta em mais tempo nos jogos e na televisão porque há reuniões para se fazerem, há silêncio que tem de ser feito, há trabalho que não pode esperar. E o vício a crescer nas criaturas. Anseio pelo verão, praias, piscinas, mundo!, para estas alminhas se esquecerem que um dia tiveram uma consola e voltem a espalhar brinquedos por todo o lado!

Durante a queda aprendi a voar

 Ora bem...

Sabem quando lemos "livro mais vendido" e ficamos com curiosidade perante tamanho sucesso?

Era mais ou menos o que estava a acontecer com o Raul Minh'Alma. Confesso que o vi algures na televisão e não me pareceu inspirador mas, ainda assim, tinha alguma curiosidade. Acho que não compraria o livro (mas por preconceito) mas recebi-o de prenda e tinha obviamente de o ler.

O que dizer?

A escrita é muito fraquinha, fiquei muito desiludida. Gosto imenso de ler autores portugueses porque escrever e ler a língua no original é sempre mais fiel mas, bolas!, que desilusão. Nem se quer consigo entender como é que é o autor do livro mais vendido em 2019. Acho que isto diz muito de nós, enquanto leitores. A escrita é básica, próxima da escrita de adolescente. Falta maturidade, falta elegância, falta gosto. É mesmo como ler uma composição do sétimo ano mas que vem em modo livro.

Para além da escrita, a história em si não me fascinou por aí além. Tinha tanto espaço para o tema da saúde mental e ficou muito aquém do que podia ter sido. Além disso, o twist final, embora ainda bem que aconteceu já que caso contrário, então seria mesmo um livro péssimo, colocou a classe médica num sítio de descrença, como se algum médico fosse mesmo aceitar aquilo e poder continuar a chamar-se médico depois disso (não vou revelar detalhes porque não gosto de spoilers!).

Resumindo, repito a ideia de que devemos ler tudo, bons livros, maus livros, livros médios e este honestamente foi um livro fraquito, de praia, que não maravilhou pela história e que sobretudo desiludiu bastante pela escrita (mas, bem sei, veio depois do Apneia e esse lugar era muito difícil para se estar, verdade seja dita!).

Seguimos para um segundo volume de uma história que comecei o ano passado (e não adorei!), que curiosamente está a surpreender bem mais do que o número um da coleção. Já cá voltamos com novidades!




Cisca também fala de electrodomésticos

 Que dia melhor, se não o dia das limpezas, para partilhar a melhor compra de 2020?

Domingo, pois claro!

Enquanto esta vossa amiga se entrega às lides da casa (que em tempos de tele-escola tiveram de transitar novamente para o fim-de-semana, com pena minha), deixo a dica mais preciosa no que à aspiração diz respeito!

Algures o ano passado o nosso aspirador normal avariou, sem remédio, e aproveitamos a deixa para comprar um dos verticais. Após muito estudo e procura, encontramos um cuja relação preço-qualidade nos pareceu boa (ainda assim, uma promoção qualquer) e veio a habitar a nossa casa um aspirador destes de pé, que é só a maior ajuda de sempre! Nada a ver com o trambolho que temos de ligar à corrente e carregar às costas a cada divisão. O único defeito destes é, contudo, e naturalmente, a autonomia, dado que não permite uma hora de aspiração no modo mais eficaz (apenas 20 minutos. E 50 num modo menos forte). Mas, ainda assim, se o colocarmos a carregar, entre coisas, faz o mesmo efeito. É tão mas tão mais prático do que os tradicionais! E muito mais rápido. Não tem sacos que é necessário substituir e facilita mesmo imenso a vida! Acho que não há um único dia da semana que não o utilizemos, porque agora são as migalhas do pequeno-almoço, depois os grãos de arroz que (não) almoçamos, e logo o pão do lanche e as bolachinhas depois. Quem tem crianças vai entender. 

Isto posto, já tinha partilhado a melhor ideia, esta é sem dúvida a melhor compra do ano!



Só para dizer...

 ... Que faço anos dentro de dias!

Sim, eu sei, já não sou exactamente uma criança para andar a contar os dias, ainda para mais este ano nem festas podemos fazer mas, ainda assim, não obstante, todavia, contudo, gosto de fazer anos. Gosto, pronto! Claro que um dia vou querer deixar de contar e ficarei para sempre algures nos 40, 50, 60, não sei, mas até lá em que, na brincadeira digo, ninguém me dá mais do que 25, venham daí os aniversários!

Assim, fim-de-semana prolongado este próximo, com dia de férias pelos meus'janos e viva, viva!




A minha filha I.

 A minha filha I. tem caracóis ondulados em túneis enormes que parecem um ninho de andorinhas bebés. Tem cabelos indisciplinados, que teimam em não fazerem o que eu gostava. Não esticam, não se alinham, crescem sem regras e fazem o que querem. A minha filha I. é igual aos seus cabelos, uma combinação perfeita de caracol e personalidade: autónomos, independentes, sabem da sua vida, ninguém manda neles, não adianta pentear para a direita, se eles quiserem ir para a esquerda, quem manda são os caracóis. Mas depois são loirinhos, amorosos, cheiram bem, são engraçados, têm tanto de rebelde como de maravilhoso. A minha filha I. é a personificação dos caracóis que tem. E ás vezes dizem-me que devia pôr ganchos ou elásticos e teimar em disciplinar os cabelos, mas eles são como são e ela também. Um mogli de pés sempre descalços. Que trepa aos móveis, bancos e mesas e come a fruta toda à mão. Que só quer rua e passeio e mundo, que se concentra a espaços de cinco minutos mas que é capaz de fazer um puzzle durante meia hora. Que me diz: "ai a menina!" se lhe digo alguma coisa que não gosta. Mas que tem tanta, tanta piada. Não é possível resistir a este bebé furacão, esta macaquinha maluquinha que logo a seguir diz "adoio a mamã!" E que cada vez mais percebo que é uma mini pessoa, mais uma "one of us" neste gang família, que come hambúrguer no sofá à sexta-feira à noite enquanto vemos um filme e que alinha nos programas todos. Entra nos planos, tem opinião, diz "deixem-me falar" e quer-se impor. Esta meia leca, dos caracóis despenteados a desafiarem todas as regras, tal e qual como ela. Meu bebé!

Bairrismo do século XXI

Estou a experimentar algo como viver num bairrinho, numa aldeia, num meio pequeno mas em pleno século XXI.

Descobri há umas semanas uma pequena mercearia de bairro, amorosa, com coisas óptimas, óptimas! E uma das vezes que lá fui percebi que fazem entregas em casa. Ora, naqueles dias de caos total em que se precisa de alguma coisa de última da hora, é só maravilhoso enviar uma mensagem à mercearia e eles trazerem cá a casa. Um absoluto luxo! A pessoa pergunta se tem bananas, maças ou pão; eles dizem o que há fresco e trazem em dez minutos (fica a 300 metros!). Gosto tanto, tanto disto! Espero que durem muitos e bons anos porque além de as coisas serem mesmo muito boas, eles são uns queridos enormes e a comodidade do serviço que prestam não tem limites! Com o plus de terem um projecto de esplanada e mercadinho semanal, assim que a coisa acalme! Um mimo de bairro!

Apneia




Ainda estou a digerir.
Que livraço!! Palmas à Tânia Ganho, bravo!
Tenho para mim que se chama apneia porque se lê sem respirar, ficamos em suspenso, nas 700 páginas (que li em dois dias!), completamente vidrada no que vem a seguir - mas com muita necessidade de pausas de vez em quando. É muito, muito forte. Muito pesado. Um livrão, mesmo! Tão violento. Tão invasivo. Nem coragem tive de o levar para o quarto, deixei-o sempre pela sala, não fosse assaltar-me os sonhos, intrometer-se durante a noite. Tenho a certeza que nunca mais me vou esquecer deste livro. Magistralmente escrito. U-A-U!


Ainda a propósito do dia dos namorados!

És o sol em agosto

O nevar de dezembro
És tudo quanto o que eu gosto
Tudo o que me lembro
A canção que me acalma
O café quente na cama
És poiso p'ra a minha alma
Quando a noite te chama
És todas as histórias e todos os clichês
Todos os romances de era uma vez
És o amor eterno de Pedro e Inês
Coisa mais bonita que Deus fez
És calor de fim de tarde
O avesso da neblina
A lua em cada fase
A flor de cada esquina
O meu porto de abrigo
A minha oração
O meu melhor amigo
A razão desta canção
És todas as histórias e todos os clichês
Todos os romances de era uma vez
És o amor eterno de Pedro e Inês
Coisa mais bonita que Deus fez


Carolina Deslandes
Coisa mais bonita

A melhor ideia de 2020!

Fomos acumulando ao longo dos anos várias fantasias de Carnaval. Primeiro as da C., depois as da I.. Temos já uma bela coleção, entre princesas, Frozens, Patrulhas Pata. 

Como elas usam imenso os vestidos (que estavam guardados naqueles sacos de roupa no cimo de um armário), no final do ano tivemos a melhor ideia de sempre (na verdade, tiramos inspiração da casa de uns amigos, mas dá no mesmo!)

Que ideia foi?

Charriot e cruzetas! Coisa mais simples!

Tiramos tudo do saco de roupa, fomos buscar cruzetas coloridas e penduramos tudo, num carrinho que agora está sempre à mão de semear! Ficou maravilhoso, parece um dia de festa todos os dias e elas adoram. Não há dia nenhum que não usem os vestidos e já o colocamos a uso já em Dezembro. Entretanto fomos juntando outros, recebidos no Natal e comprados agora para o Carnaval. Não se sai de casa mas não faz mal. Festa é quando quisermos!



Me on Valentines day

Andei a procurar um Meme para esta situação, mas sem sucesso.

Em todo o caso, é isto:


Pessoa não gosta do Dia dos Namorados;

Pessoa recebe um ramo de flores com um cartão;

Pessoa AMA o dia dos namorados!


É muito isto!

Não sei bem de onde vem esta minha ideia "não gosto do dia dos namorados" mas acho sempre que não celebramos, não damos nada, não somos melosos.

Mas depois, começou por: ok, vou só encomendar um bolinho que qualquer dia é desculpa. Ah, já agora, também podia fazer um jantarinho mais coiso, sempre aproveitamos; Também pensando melhor, podia comprar qualquer coisinha. E pronto, do nada se faz uma comemoração do dia dos namorados, mesmo para mim que não gosto do dia dos namorados. Este ano, começou também por terem vindo entregar de manhã flores amarelas com um cartão que me fez logo chorar! E flores amarelas é felicidade, toda a gente sabe! De tarde recebi brigadeiros! Mega dois em um! Fizemos um jantar a dois, que contou com a presença de miss I., que não fazia sesta desde 1970 e no domingo decidiu dormir duas horas depois de almoço, pelo que andou aqui à nossa volta, a brincar, a fazer puzzles, a saltitar! E está tudo certo: pais de crianças a serem pais de crianças! Mas melosos e pirosos, como o amor deve ser!