Mais uma moeda, mais uma voltinha
Já aqui tenho dito que gostava de ser uma stay at home mum e fazer da minha vida ter filhos e tratar deles. Claro que não o vou fazer porque as contas têm de ser pagas (se bem que só em escola é um ordenado que se poupava mas isso é outra história) mas no campo dos sonhos, era uma coisa boa.
Nessa vida de mãe a tempo inteiro (odeio esta expressão!), precisava de uma agenda só para as festas de anos a que a minha filha vai. Isto de ter vinte e cinco meninos na turma dá pano para mangas e nas festas também. Sábado vai, sábado vem, festa de criança!
Assim sendo, amanhã lá estaremos, mais um aniversário de uma amiguinha.
De onde questiono:
E ideias para as prendas?
Temos dado geralmente livros, porque acho uma prenda maravilhosa que adoramos receber (não sei se toda a gente pensa assim) mas não era pior variar. Alguém tem ideias luminosas?
Para sempre FRIENDS
Veio a habitar a nossa casa uma pequena coisa chamada Netflix.
Tem milhares e milhões de série e filmes e tralhas e cenas? Tem.
O que é que nós vemos?
FRIENDS !
Será talvez a quarta ou quinta vez na nossa vida adulta que vemos as dez temporadas de rajada. Assim, com o gosto e prazer como se fosse a primeira vez. Confirmo uma vez mais que é A série. A melhor série que alguma vez foi feita, de todos os tempos e mais algum. Temos a box com os dvds de todas as temporadas mas isto de estar sentado e carregar no comando para ver trouxe toda uma nova dinâmica. Tão espectacular que estamos a ver já em Março episódios que já vimos em Fevereiro (e bem, vai na volta somos malucos!)
A minha filha mais nova
Os filhos mais novos nunca têm o direito ou privilégio de serem filhos únicos. Mesmo que façamos o dia do filho único, mesmo que tentemos com todas as nossas forças que se sinta único. Não é. Nunca vai ser. Pode ser o filho mais novo, eventualmente vir a ser filho do meio. Mas nunca nenhum outro terá o tempo de graça de ser só ele.
Nisto de ter tido uma segunda filha, acho que esta é a parte mais difícil, aceitar que ela nunca terá a atenção e tempo da primeira. Fazer as pazes com o lhe dar menos atenção. Aceitar que o tempo dela é dividido pela irmã e geralmente ela fica a perder. É duro. Passaram dois meses e meio e o peso na consciência continua o mesmo.
A minha filha mais nova é possivelmente a bebé mais querida de que há memória. É tão sossegada, tão calma, tão pacífica. Ri-se imenso. Já faz os sons deliciosos dos bebés a quererem começar a palrar. Se não tiver fome, dores ou fraldas sujas, pode muito bem ficar deitada no berço, só assim. Outras vezes só quer companhia. Em todos os casos é uma santa de bebé. Tão querida, tão meiguinha, tão doce.
Tento dar-lhe o máximo de atenção possível mas muitas vezes sinto que falho redondamente e que asseguro apenas os serviços mínimos. Além de toda a logística de casa, ela divide atenção com a irmã, a quem não queremos que falte também qualquer atenção. O tempo dos pais não dobra, nem quando dobra ou triplica a necessidade que temos dele. Por isso pode bem acontecer que esteja a dar de mamar a segurar a mais nova com um braço e a brincar com a mais velha com o outro; Ou que esteja a brincar com a mais velha e a empurrar com o pé o carrinho da mais nova. Ou que não consiga sair disparada ao primeiro barulho de choro, porque tenho de gerir com a mais velha uma saída da beira dela. É um trapézio o tempo. Um trapézio onde queremos que tudo esteja direito e seguro e de onde muitas vezes caímos. Eu sinto que caio demasiado. E que falho mais do que gostaria.
Falho se pensar em especial que com a C. tinha todo o tempo do mundo, dadas as circunstâncias da altura, e que a I. nunca vai saber o que é uma mãe 100% disponível. Ainda não consegui estar em paz com isso. Às vezes sei que ela chora porque quer atenção mas eu estou no meio de qualquer coisa com a C. e só consigo levantar-me para lhe pôr a chupeta. Peço-lhe desculpa mas sei que não é suficiente. Pesa-me imenso. Custa muito.
No meio disto, a minha mãe diz-me que passou exactamente pelo mesmo. O mesmo pesa na consciência. A mesma angústia. Mas que eu sou a mais nova e não lhe parece que tenha ficado com grandes traumas disso. Não fiquei. E tudo se resolve. Mas a minha filha mais nova é tão, tão querida que eu queria dar-lhe o mundo e às vezes nem uma pequena aldeia lhe consigo dar. Que se invente novo tempo. Mais tempo.
O meu homem deu-me uma senhora prenda de anos!
Pois que fiz anos aqui há dias e o meu querido marido deu-me um Porsche que faz chamadas, manda mensagens e é lindo e maravilhoso.
Para que não tenha frio e fique confortável, comprei-lhe uma peça de alta costura, que é como quem diz, uma capa da espetacular Mary Doll (além de tudo, juro que são anti-choque).
Será assim que pequeno bebé sairá à rua dentro de dias:
O ano passado perdi miseravelmente mas ainda assim
Informo os interessados que o Pingo Doce abriu novo concurso literário - a edição de 2018 até 23 de Abril (e todas as informações no site)
A minha relação com este concurso já foi alvo de alguns posts. Lembro-me de repente d'O mês em que escrevi duas histórias - e que resume a coisa. Este ano gostaria de tentar outra vez. Tudo com esse grande propósito / sonho de vida de escrever um livro. Um dia.. quem sabe.
Repetir muitas vezes
Aqui há dias partilharam comigo um vídeo maravilhoso, cuja mensagem é
The nights are so very long but the years are so very short
Tenho-me lembrado várias vezes desta frase, são só a propósito das noites, mas sobretudo como forma de relativizar. Temos falta de tempo? Estamos sempre a mil? Se nos sentamos no sofá às onze da noite para adormecer logo a seguir? Acordamos algumas vezes durante a noite? Vamos sentir falta de tudo isto quando elas forem grandes e deixarem de ser os nossos bebés. Ainda vamos ter saudades deste tempo.
No entretanto, é preciso ser criativo.
Algumas vezes temos feito jantares a dois, depois de estarem a dormir. Uma mesa mais simpática, se calhar uma vela. Se isto acontece depois das dez da noite? Acho um luxo já conseguirmos fazer isto, mesmo tarde e a más horas. È verdade que não é tão fácil como quando não tínhamos filhas. Mas agora sem dúvida que tudo é muito melhor. E sem dúvida que vamos ter saudades disto.
Mesas de bolos, é essa a minha cena
Poderia estar a falar de comer os ditos dos bolos que seria também certamente um momento muito feliz, mas no caso referia-me a decoração de mesas de bolos. Estão a ver? Aquelas mesas pipis de festa com imensos detalhes e comida de "decorar". Pois bem, é a minha nova cena.
Comecei com os anos da minha filha C. - uma mesa enorme e com imensos pormenores - e agora fiz a própria da mesa dos meus anos, numa coisa mais simples - era só meia mesa.
Os tons eram preto e branco e havia, além da comida, flores, uma moldura com uma frase e uma vela. Ficou simples e pequeno mas gostei do resultado final. E todo o processo de pensar em comidas em tons brancos e pretos (usei amêndoas, brigadeiros, quadradinhos de brownie, gomas amora, entre outros), a par com alguns apontamentos de decoração, adoro! Já estou a pensar na Páscoa e eu nem gosto da Páscoa. Antes disso, a C. diz que temos de fazer uma festinha quando a irmã fizer três meses, com um bolo cor de rosa com uma girafinha, e eu acho que vou alinhar nisso também.
A minha filha mais velha tem poderes
Se não vejamos:
- Quando estava grávida da irmã, dizia-nos que a mana ia nascer - e cito - "uns minutinhos depois do Natal". A irmã nasceu à meia noite e um quarto de dia 25 de Dezembro.
- Já tínhamos decidido que a pequenina se ia chamar I. (sendo que a C. não conhece ninguém com esse nome) e quando perguntamos à C. que nome gostava que a irmã tivesse respondeu precisamente I.
- Na véspera dos meus anos foi dormir como habitualmente e à meia noite e dois minutos acordou, chamou-me e quando cheguei ao quarto dela estava a pé à porta e só me disse "Parabéns mamã!". E voltou a dormir.
Era em nós que ele estava a pensar
O fofinho do Ed Sheeran escreveu uma música e quando o fez estava a pensar em mim e no homem. De alguma forma que não sei bem explicar, ele conhecia a nossa história e passou-a para uma canção absolutamente perfeita, que traduz tal e qual como tudo se passou. Ed, és o maior!
I found a love for me
Darling, just dive right in and follow my lead
Well, I found a girl, beautiful and sweet
Oh, I never knew you were
The someone waiting for me
'Cause we were just kids
When we fell in loveNot knowing what it was
I will not give you up this time
But darling, just kiss me slow
Your heart is all I own
And in your eyes you're holding mine
Baby, I'm dancing in the dark
With you between my arms
Barefoot on the grass
Listening to our favorite song
When you said you looked a mess
I whispered underneath my breath
But you heard it, darling
You look perfect tonight
Well I found a woman, stronger
Than anyone I know
She shares my dreams
I hope that someday I'll share her home
I found a love, to carry
More than just my secrets
To carry love, to carry
children of our own
We are still kids
But we're so in love
Fighting against all odds
I know we'll be alright this time
Darling, just hold my hand
Be my girl, I'll be your man
I see my future in your eyes
Baby, I'm dancing in the dark
With you between my arms
Barefoot on the grass
Listening to our favorite song
When I saw you in that dress
Looking so beautiful
I don't deserve this, darling
You look perfect tonight
Baby, I'm dancing in the dark
With you between my arms
Barefoot on the grass
Listening to our favorite song
I have faith in what I see
Now I know I have met an angel in person
And she looks perfect, I don't deserve this
You look perfect tonight
Coisas maravilhosas do Porto!
Recomendo VIVAMENTE!
Se ainda não foram vão agora a correr à Biblioteca Almeida Garrett - que fica precisamente nos jardins do Palácio de Cristal.
Se quiserem uma experiência completa, aproveitem um sábado e fiquem para o "Sábados a contar"
Mais informações e inscrições: aqui
Não planeámos; fomos!
Há duas semanas atrás, num sábado cheio de sol, decidimos ir dar um salto ao sítio mais bonito do Porto - Palácio de Cristal.
Almoçamos em casa e foi assim de repente que nos lembramos - e se fossemos um bocadinho?
A C. ADORA o parque infantil; estava um dia maravilhoso. Lá fomos, os quatro.
A ideia era ficar uma meia horinha e depois regressar.
Mas afinal, saímos de casa às duas da tarde e regressamos depois das onze da noite.
E que bom!
Tomamos um café nos jardins do Palácio, na esplanada que fica exactamente em cima do lago e é absolutamente maravilhosa.
Depois fomos brincar no parque e fazer uma mini sessão de fotos à C.
Entretanto passava pouco das 15:00 h. e decidimos ir experimentar a hora do conto na biblioteca (tenho de vos falar disso!).
Ainda deu para ler alguns livros e pintar antes de entrarmos para a sala e ouvir a história.
Quando entramos no carro adormeceram as duas!
Ainda chegamos a estacionar em casa mas como estavam tão bem a dormir, decidimos antes ir jantar aos avós.
Conclusão: um sábado sem qualquer plano e um dia mesmo, mesmo bom!
Prova de que mesmo com um bebé de meses se podem fazer coisas giras (e viva a amamentação que é a forma de alimentação mais prática de sempre).
O Sapo lançou um artigo sobre 40 coisas para fazer em Portugal - que eu vergonhosamente roubei d' A Vida da Gorduchita (obrigada!) - e eis o meu balanço:
- Participar numa meia maratona em Lisboa e ter o privilégio de correr sobre a Ponte 25 de abril - I don't think so!
- Percorrer as tendas da Feira de Velharias e Antiguidades de Estremoz em busca de uma peça única - Creio já ter ido a Estremoz. Conta?
- Descobrir a ligação entre o Porto e a famosa saga Harry Potter - Livraria Lello - Lello, Lello do meu coração, haverá lugar mais bonito no mundo, eu acho que não.
- Explorar a Costa Vicentina, percorrendo a estrada junto ao mar até ao Cabo Sardão, e aproveitando para observar as cegonhas marinhas - Oui!
- Arrepiar-se com a Capela dos Ossos em Évora - Been there, done that!
- Subir os 686 degraus da escadaria impressionante que culmina com o Santuário de Nossa Senhora dos Remédios de Lamego - Talvez um dia.
- Alugar um barco e contemplar o pôr do sol enquanto percorremos o rio Tejo - Check!
- Sentir toda a magia e mistério na Quinta da Regaleira, em Sintra - Also check!
- Acampar na praia fluvial do Tabuão e assistir ao festival de música de Paredes de Coura - Sudoeste, conta?
- Deixar-se levar pela saudade portuguesa no Sr. Fado, uma das mais autênticas na capital - Nada bate o fado de Coimbra, mas o de Lisboa também já cá canta
- Tomar um banho com o Oceano Atlântico como vista nas Piscinas das Marés, em Leça da Palmeira - Uma vergonha, mas ainda não. Não passará deste ano no entanto.
- Percorrer o encantador bairro de Beira Mar e perder-se pela sua rede de canais em Aveiro, a Veneza de Portugal - Várias vezes.
- Ir até ao norte e renovar os jogos de toalhas lá de casa, uma vez que aí se encontram fábricas que produzem algumas das marcas mais prestigiadas do mundo - Ora bem.. toda a toalharia aqui de casa provém de fábricas do Norte, pelo que check!
- Conhecer a cultura lusa através dos artigos das lojas Vida Portuguesa - Sim e Adoro!
- Comer um arroz de lingueirão em Tavira, sugerindo-se o restaurante Noélia & Jerónimo - Negativo.
- Sentir-se como se estivesse em Roma, percorrendo o belo centro histórico de Braga - Positivo.
- Comer sardinhas no bairro da Madragoa durante as festas do Santo António, em Lisboa - Não foi na Madragoa mas lá perto.
- Deixar-se estremecer com o rugir das ondas a bater nas rochas da misteriosa Boca do Inferno, perto de Cascais - Lindo!!
- Entregar-se de corpo e alma à Queima das Fitas de Coimbra - Entreguei-me de corpo e alma à Queima das Fitas do Porto. - Corpo, alma, coração, sangue, suor e lágrimas. Coimbra, bates forte cá dentro!
- Visitar o Cabo de São Vicente - Acho que sim..
- Tomar um café no Martinho da Arcada, em Lisboa, no local onde Fernando pessoa escreveu grande parte dos seus poemas
- Descobrir a rota do vinho verde na região minhota, podendo começar pela primeira capital do país, Guimarães. - Yes sir!
- Sentir o fervor religioso de Fátima, o lugar de peregrinação mais famoso do país - Also yes sir
- Viajar no tempo nas espetaculares ruínas romanas de Conímbriga perto de Coimbra - Check!
- Sentir a imensidão da natureza, acampando um fim de semana no Parque Nacional da Peneda-Gerês - Não era bem uma tenda, mas confere.
- Comer o famoso choco frito na cidade de Setúbal - Não gosto!
- Sentir-se apertado nas Festas do São João no Porto, a noite mais longa do ano na Invicta - Confirmo!
- Cavalgar um imponente cavalo numa praia deserta, quase selvagem, na Comporta - Comporta, sim senhor. Cavalgar, negativo e dispenso.
- Assistir à Festa das Flores de Campo Maior - No.
- Tomar banho na piscina fluvial de Piódão, uma das aldeias mais bonitas do país - Ando há séculos para ir conhecer Piódão. Uma vergonha também.
- Desfrutar da paisagem absolutamente mágica na Lagoa das Sete Cidades, na ilha de São Miguel, nos Açores - Juro que os Açores serão a minha próxima viagem!
- Fazer uma visita na nova coqueluche lisboeta – o MAAT - Not yet.
- Relaxar ao sábado à tarde na praia do Meco e deixar-se “entrar” na noite dançando ao som da música do Bar do Peixe - Não senhor.
- Entrar num barco para visitar as grutas e formações rochosas da Ponta da Piedade, em Lagos, Algarve - Também não.
- Provar os pasteis de Belém da Antiga Confeitaria de Belém, em Lisboa, uma autêntica obra de arte da pastelaria portuguesa - Sim e sou fã, confesso. Café e pastel de nata, queremos!
- Subir a bordo de um comboio a vapor e percorrer o trajeto entre o Peso da Régua e o Tua - Afirmativo!
- Fazer uma refeição de peixe em Porto Covo, uma vila piscatória em plena Costa Vicentina - Negativo.
- Sentar-se nas dunas douradas da praia do Guincho, uma das mais bonitas do país - Médio.
- Comprar livros na Igreja de São Tiago, na vila de Óbidos, classificada pela UNESCO como a Cidade Literária - Óbidos check. Livraria da igreja não me recordo.
- Aprender tudo sobre o vinho do Porto, o elixir luso por excelência, nas caves em Gaia. - Haverá muito para aprender mas visita às caves, afirmativo.
Ia comprar um Swatch
Quando era miúda tinha uma colecção de relógios Swatch de fazer parar o trânsito. Adorava e usava todos religiosamente. Foram em grande medida prendas de aniversário, Páscoa e Natal do meu padrinho, que é um apaixonado por relógios e me estragava.
Entretanto os anos foram passando e essa colecção, que está arrumada em casa dos meus pais, deixou de fazer muito sentido. Os relógios eram um pouco infantis ou já não lhes achava graça. E agora uso apenas um (talvez mais tarde as minhas filhas achem piada; serão vintage!)
Aqui há dias tive no entanto uma epifania e decidi que ia dar a mim própria um Swatch por ocasião do meu aniversário. Fui ver o site e namorar alguns modelos. Não me decidi verdadeiramente por nenhum mas vi imenso potencial.
Até que mudei de ideias.
Este ano, por ocasião do meu aniversário, ao invés de dar uma prenda material a mim própria, dei-me uma prenda imaterial. Dei-me o bom sentimento de dar aos outros e fazer uma doação a quem precisa.
Não sei como nunca tinha pensado nisto, mas na volta vou começar aqui uma tradição de aniversário.
Bimby ou não Bimby, eis a questão
Fazemos parte dos 5% de população que não tem uma Bimby e seguramente do 1% dos nossos amigos que ainda não se rendeu. Costumo dizer que tenho tachos e braços, de onde posso perfeitamente cozinhar.
Até ao dia em que começamos a equacionar como serão feitas as sopas (sem sal, com legumes xpto, carne xpto ou peixe xpto) da I., quando formos de férias este ano.
Podíamos levar congeladas?
Não, vamos para um hotel e não um apartamento e não nos responderam quando perguntamos se podiam guardar as caixas na cozinha deles.
Podíamos comprar uma máquina de fazer sopa e levar?
Podíamos mas é super cara e não faz mais nada.
Ao que o homem - que há anos que vem falando da Bimby - sugere aproveitar esta oportunidade que a vida nos deu e seguir finalmente com a aquisição.
Estou um pouco descrente em relação à compra mas dando o benefício da dúvida marco uma demonstração (já do novo modelo).
E meus amigos.. eu que tinha zero expectativas, fiquei totalmente rendida! Aquilo só não tira os pratos da mesa e arruma a cozinha; de resto, faz tudo! Viva a tecnologia. O toque de seguirmos as receitas pelo visor e irmos fazendo o que a máquina diz é absolutamente maravilhoso. Well done, senhores Bimby!
Claro que isto nos abriu um outro problema: a pequenina é cara que dói. E sendo cara que dói, o processo de decisão de a comprar está a ser demorado, com avanços e recuos. Um dia queremos e vamos lá fazer essa loucura, no outro dia se calhar não precisamos assim tanto dela.
Chegamos assim a uma lista de "a favores" e de "contras", que será tida em consideração na decisão final (vamos ter uma segunda demonstração, desta vez particular, de uma amiga que não vende mas tem e é fã).
Ora então:
A FAVOR
- Não é preciso estar o tempo todo da preparação à beira dela - posso usar esse tempo para outras coisas;
- Não queima a comida;
- Cozinha de forma saudável;
- Tem milhares (de milhões?) de receitas;
- Permite planear ementas mensais e enviar lista de compras para o telefone;
- As coisas não "saem mal"
CONTRA:
- O preço;
- Falta de personalidade da comida - as receitas são iguais para toda a gente;
- Continua a ser preciso descascar;
- Risco de não me habituar a ela e não usar;
- Risco de me habituar de mais e nunca mais conseguir cozinhar sem ela
Alguém quer acrescentar alguma coisa?
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